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“Beija-me depressa!”: O bolo da cidade templária

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POR: TELMA COSTA
Quem conhece a cidade de Tomar sabe que, para além da riqueza histórica, esta cidade encanta através da sua beleza paisagística e da tão apreciada gastronomia.

É na pastelaria/café “Estrelas de Tomar” que podemos encontrar doces únicos como o tão famoso e conceituado bolo “Beija-me depressa!”: um doce inspirado na doçaria conventual.

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O bolo foi criado no ano de 1960, quando a casa tomarense “Estrelas de Tomar” começou o seu legado – registando diversos doces regionais de Tomar. Foi Jacinto Teixeira de Carvalho (já falecido) quem o inventou, deixou o legado o seu afilhado Henrique Neves responsável pelo negócio e hoje, é o seu neto Roberto Carlos, que está à frente do estabelecimento.

O “Beija-me depressa!” é um dos bolos mais pedidos e com mais saída, um doce de ovos conventual coberto com açúcar de pasteleiro. Quem o compra leva uma embalagem com 12 “beijos” que apresenta uma ilustração dos anos 50, e faz lembrar as publicidades antigas.

Dedicado a estes bombons tradicionais da cidade templária, José Ricardo Lopes realizador tomarense, deu até origem às curtas-metragens “Beija-me depressa!”, “Os chapéus-de-chuva de chocolate” e “225, Rua da Rosa”.

Seja pelo seu gosto inconfundível ou pelo seu nome sugestivo, há quem não resista a esta tentação. Estes bolinhos pedem delicadamente: “Beija-me depressa!”.

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