Manifestação pela liberdade | A vacinação experimental e os riscos a longo prazo

Movimento realiza-se no próximo dia 20.

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Uma das palavras mais pronunciadas e escritas do último ano, é sem dúvida “vacina”. Desde muito cedo, todos nós convivemos com esse processo de prevenção, pois as mesmas têm sido determinantes para o combate a dezenas de doenças, ao longo dos últimos duzentos anos. Acredita-se que a primeira vacina a surgir terá sido a da varíola, em 1798. Desde aí, múltiplas doenças foram debeladas, ou estão em vias de o ser, devido à generalização das vacinas.

Por vacina entende-se uma preparação que se destina a gerar imunidade contra uma doença, estimulando a produção de anticorpos. O desenvolvimento de uma vacina, desde o início da sua investigação até à sua aplicação nas populações, habitualmente demora vários anos. É necessário conhecer efetivamente a sua eficácia no combate à doença nas diferentes franjas da população, mas também perceber quais as possíveis consequências, ou efeitos secundários a curto e a longo prazo. É aqui que algumas vozes se têm levantado nos últimos tempos, naqueles que ficaram conhecidos como movimentos anti vacina, que negam os riscos das doenças e os benefícios dos imunizantes. Apesar de serem uma minoria, têm tentado fazer-se ouvir cada vez mais, através do que alguns apelidam de desinformação, mas que tem levado muita gente a abdicar de receber vacinas, como é já o caso da que procura combater o COVID-19. As redes sociais são invadidas por opiniões, hipotéticos estudos, que questionam a rapidez com que se chegou a esta vacina, sem qualquer semelhança com todas as outras, até agora descobertas. Mesmo em muitos que decidiram tomar a vacina, existe o receio de que no futuro possam vir a surgir efeitos secundários, são preocupações a que possivelmente ninguém consegue responder em absoluto.

As mudanças climáticas e a perda da biodiversidade, que já poucos negam, são fatores que podem facilitar o surgimento de novas pandemias, segundo um estudo do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA). Realidades que apenas víamos na ficção cinematográfica, batem-nos agora à porta como uma realidade que nos ameaça e que segundo alguns poderão ser mais catastróficas no futuro. A discussão em torno das vacinas, relativamente às suas vantagens e aos seus riscos, vai manter-se, mas a decisão será sempre individual. É sabido que cada um decide por si, mas a sua escolha importa ao coletivo. É isso que permitirá a imunidade de grupo.

O que move a Tomar TV, não é nunca o papel de influenciador nas decisões individuais de cada um, mas apenas o de informar e de lançar temas para reflexão. Que cada um se informe, reflita e que decida em conformidade com as suas convicções, e os interesses das sociedades em que estão inseridos.

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