Coronavírus. O grito de revolta de uma enfermeira portuguesa

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Este domingo, depois de um dia de trabalho, a profissional de saúde não conseguiu ficar indiferente às dezenas de pessoas que passearam na Marginal da Póvoa de Varzim.

“Acabei de chegar a casa após mais um turno, no qual só consultei o telemóvel para ver se o meu marido me tinha dito alguma coisa. A minha novidade de hoje é que a minha filha de 15 meses já anda! E eu perdi esse momento, nem tão pouco sei quando os vou voltar a ver”, conta Suse que ao longo de um texto relata que o filho mais velho, de apenas 3 anos, sofre de uma doença rara e que, também por isso, teve de se afastar da família para os proteger.

“Mas que lindos! Toda a gente a caminhar na Marginal, toda a gente a fazer grandes aglomerados…. Quando se diz que podem sair de casa para dar uma voltinha e manter a sanidade mental minha gente, é para irem passear o cão, ir levar o lixo, e aproveitar e dar uma volta maior ao bairro e tal, se virem que não há muita gente na rua… E, ainda assim, pelo tempo mais limitado possível…. Não é para isto que se viu hoje!”.

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