Petição para demissão de Andreia Galvão já conta com mais de 1.690 subscritores

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TomarTV

Em causa estão os escândalos relacionados com a gestão do Convento de Cristo, denunciados pela RTP.

Com menos de 48 horas de existência, a petição pública “Destituição de Andreia Galvão e restante direcção do Convento de Cristo” já conta com pelo menos 1694 assinantes. Tal como a Tomar TV noticiou, a diretora do Convento, Andreia Galvão, estará relacionada com várias situações que foram denunciadas pelo Sexta às Nove (Programa da RTP 1), como o alegado desvio de funcionários públicos para fins particulares, acusações que a própria já veio rejeitar.

Além disso, os alegados rastos de destruição ocorridos durante a rodagem da nova comédia de Terry Guilliam e os testemunhos de funcionários e ex-funcionários do convento (sob anonimato), que referem possíveis desvios nas receitas de bilheteira, estão no centro da polémica.

A petição pública é dirigida ao Presidente da Assembleia da República, à Direcção Geral do Património e à Presidente da Câmara Municipal de Tomar, Anabela Freitas.

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Petição para demissão de Andreia Galvão já conta com mais de 1.690 subscritores

Atualizado com ligação para rejeição das acusações por parte de Andreia Galvão.

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5 COMENTÁRIOS

  1. Será que as pessoas se esquecem que a realização do filme, trouxe benefícios para a economia local.
    Será que tudo vai atrás de umas guerras as quais devíamos deixar resolver pelas entidades competentes e não meter tudo no mesmo saco.
    Será que Tomar não tem outras preocupações?

    Transcreve-se a Publicação do realizador do filme

    “Terry Gilliam: “Tudo o que fizemos foi para proteger” o Convento de Cristo
    4 de Junho de 2017
    O realizador do filme gravado no Convento de Cristo já reagiu à polémica.

    “Tudo o que fizemos foi para proteger o edifício de danos… e fomos bem sucedidos.” É assim que reage o responsável pelo filme rodado no Convento de Cristo no mês passado face à polémica da alegada destruição deixada no monumento.

    Terry Gilliam, realizador do filme “O Homem que Matou D. Quixote” e um dos fundadores do grupo de comédia britânico Monty Python, escreveu na sua página no Facebook que “árvores não foram cortadas e pedras não foram partidas”.

    Além disso, explicou que a grande “fogueira” que foi feita nos claustros do convento foi “inspirada por Las Fallas en Valencia”: “É um festival religioso em que todos os objetos com conotação negativa do ano anterior são sacrificados”, acrescentou.

    “Não houve nada de desrespeito envolvido. As pessoas deviam começar por obter os factos antes de entrarem em histeria”, concluiu o conhecido realizador, não sem antes indicar que o Convento de Cristo é “um dos edifícios mais gloriosos”, que já viu.
    Recorde-se que na passada sexta-feira a RTP denunciou o alegado rasto de destruição deixado pela rodagem do filme no Convento, bem como alegados desvios de funcionários pela diretora do Convento, e também desvio de dinheiro das bilheteiras por funcionários. As acusações já terão resultado numa investigação ao sucedido.

    • As denúncias são feitas por VÁRIOS funcionários e ex-funcionários. Não são denúncias feitas por uma pessoa.

  2. Impensavel deixar acontecer a patrimonio Nacional o que foi feito … emprego é para trabalhar … nao so para ganhar dinheiro

  3. Bom dia,sou Tomarenses de gema, nascida, criada e educada no CNA. Após tanto Mundo corrido continuo a achar Tomar a mais formosa cidade, com toda a sua Enorme participação nos caminhos percorridos pela história da humanidade. Porquê uma diretora do Convento de Cristo, tão polémica? Como veio cá parar? Que mãos a cá colocaram? Sendo que o Convento de Cristo é testemunho incontornável das gentes, culturas, factos, obras, descobrimos, filosofias, divisão geográfica mundial, mitologias mundiais, entendo que o cargo de seu Director, deve ser escrupulosamente escolhido, entre os melhores curadores, entre os melhores, com provas bem visíveis. O Convento de Cristo exige o melhor entre os melhores. Que acabem os compadrios.
    Foi-me dito que o grupo de teatro Fatias de Cá, já internacionalmente consagrado e com obras magníficas, em cena em inúmeros monumentos nacionais e internacionais, deixou de ser autorizado a actuar no Convento de Cristo, para prejuízo da Cultura Nacional. Porque é que acções como a da rodagem deste filme são autorizadas? Qual a razão que leva a Sra. Directora a autorizar estes trabalhos e não outros magnificos que prestigiam os actores , produtores, assistência e elevam o espírito Nacional?
    Acabo de constatar o facto de não ter ninguém a quem enviar estes meus pensamentos. Ao governo??? À UNESCO? Bem, quem sabe ao Sr. Presidente da República. Grata

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