Tomar. PCP quer evitar despedimentos na Fábrica do Prado

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Administração da fábrica de papel quer iniciar processo de despedimento de 26 trabalhadores.

A concelhia de Tomar do PCP manifestou, em comunicado enviado à comunicação social, solidariedade pelos trabalhadores da Fábrica de Papel do Prado, que anunciou que vai tentar chegar a acordo com 26 dos 115 trabalhadores para iniciar um processo de despedimento.

A administração não terá feito o pagamento do salário de dezembro e de parte do subsídio de Natal aos trabalhadores, continuando em regime de lay-off até ao mês de março, altura em que quer ver concluído o despedimento de trabalhadores.

Os comunistas mostraram  disponibilidade “para desenvolver as ações adequadas”, em sede de Assembleia da República, Câmara Municipal e Assembleia Municipal, com o objetivo de “defender o aparelho produtivo, defender a produção Nacional, defender os postos de trabalho e defender os direitos dos trabalhadores”.

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A situação atual da unidade fabril, situada na freguesia da Pedreira e Além da Ribeira, já foi transmitida pelo deputado António Filipe na Assembleia da República, sendo que Bruno Graça, vereador da Câmara Municipal de Tomar pela CDU, ficou responsável por reunir com a administração da fábrica.

Por fim, lê-se no comunicado que “o PCP irá intervir para que seja constituída uma comissão para reunir urgentemente com o Conselho de Administração da Fábrica do Prado”.

A Fábrica de Papel do Prado continua em regime de lay-off e com encomendas superiores à matéria-prima disponível.

Fotografia: Google Maps

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