Sons de Tomar. O resumo de 2016

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Kontra Relógio, Roffie, B´ta F, Kálices, Nave Mãe ou Shades. Reveja aqui os melhores momentos das entrevistas às bandas tomarenses, conduzidas por Ricardo Sodré.

Kontra Relógio

Sons de Tomar. O resumo de 2016

O antigo espaço da banda, cedido pela Sociedade de Vila Nova entrou, na altura,em obras e a sala de ensaios do grupo teve de mudar para uma cave que pertencia ao Núcleo de Ciclo-Turismo de Vila Nova, surgindo aí a ideia para o nome da banda.

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Roffies

O primeiro nome da banda foi “khaos” mas acabaram por o alterar.

O motivo? Um cão que os membros da banda encontraram numa ida ao rio, ao qual decidiram dar o nome de Roffie (uma referência ao filme A Ressaca – Parte II).  O cão seguiu os músicos no regresso a casa, acabando por ficar durante algum tempo em casa de Tiago.

Alguns dias depois, o animal optou por “ir à sua vida”, deixando para trás um trabalho já feito: dar o nome à banda e até a ideia para o logótipo, que ficou um desenho de uma caveira de um cão.

B’ta F

Mc Oz, ou Gabriel Bonet, é seu companheiro na música e um dos seus melhores amigos. Conheceram-se no hóquei “pela altura do quarto ou quinto ano” e ficavam grande parte das vezes no banco, a aproveitar os jogos e os treinos para falar de rap. Nessa altura, formaram um grupo chamado Aquecedores de Bancos que durou apenas dois meses porque Fábio desistiu do hóquei. As primeiras músicas foram gravadas num roupeiro. Contam-nos que “a roupa servia de isolador de som e, quando um entrava para o roupeiro e gravava com o microfone, o outro ficava do lado de fora a segurar nos cabos.”

Kálices

O ano de 2016 marcou uma viragem na história da banda, visto que decidiram dar o “salto” e deixar os covers de lado, passando a compor originais.

Segundo Diogo, “toda a gente gostava quando tocávamos covers porque tínhamos músicas para os novos e para os mais velhos. Na setlist, tanto tínhamos Led Zeppelin como Arctic Monkeys, mas depois chegou uma altura que nos fartámos de imitar e tocar a musica dos outros.

Queríamos subir um patamar! Ser originais. Acabámos até por gostar de ensaiar mais assim.

Nave-Mãe

Sons de Tomar. O resumo de 2016

Passado cerca de um mês do início dos ensaios, surgiu a oportunidade de tocarem no concurso de bandas de Pé de Cão que acabaram por ganhar, mesmo sem terem ainda um baixista.
Na altura, a banda ainda tinha o nome de “Prisma”, mas já havia a intenção de o mudar. Atuaram com quatro originais e dois covers que, desde logo, lhes valeu a vitória.

À Tomar TV, contaram ainda uma história caricata dessa noite: “Em Pé de Cão, caiu um placar que não estava preso e veio contra mim e contra o Tomás”, conta Emanuel Duarte. “Aquilo partiu-me o pente da guitarra e tudo”, reforça Tomás Brito. “E o Emanuel até ficou com o braço aleijado e mal o mexia”, finaliza João Graça entre uma risada geral.
Shades

Adiantam também como deram à luz o nome do álbum e das faixas. “O nome do álbum surgiu numa viagem de carro com uns amigos e quando estávamos para começar a viagem alguém tirou o pára-sol da frente do vidro e um dos nós disse em tom de brincadeira: Splitting the light! Acabámos por achar piada e ficou assim para nome do álbum.

Já as faixas nós costumávamos nomear como: Shades1, Shades2, etc. Mas um dia tivemos que escolher um nome para cada faixa. Então juntámos-nos e numa hora demos nome a todas as doze faixas do álbum, nomes esses e aliados à música que tentámos que contassem uma história.”

Em 2016 estas foram as bandas que marcaram os Sons de Tomar. Para 2017 prometemos mais sons tomarenses e não só.

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