Medicina interna regressa hoje ao Hospital de Tomar

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Serviço regressa ao hospital de Tomar com cerca de 20 camas disponíveis.

Quatro anos depois de fecharem portas, os serviços de Medicina Interna do Hospital Nossa Senhora da Graça voltaram a funcionar.

A (re)inauguração oficial dos serviços será feira esta quinta-feira, numa cerimónia a decorrer nas instalações da unidade de saúde, e contará já com cerca de 20 camas e vários profissionais.

De recordar que os serviços encerraram a 13 de fevereiro de 2012, no âmbito da reorganização do Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT), levada a cabo pelo então presidente do conselho de administração, Joaquim Esperancinha.

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Na altura, a ideia apresentada pelo CHMT será que o hospital de Abrantes fosse o único dos três a dispor de urgência diferenciada. Sendo assim, os hospitais de  Tomar e Torres Novas teriam apenas serviço de urgência básica.

Fotografia: Google Maps

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1 COMENTÁRIO

  1. Estes políticos ainda não se aperceberam que é impossível manterem-se 3 hospitais a funcionar em pleno, todos com Unidades Médico Cirúrgicas, todos com Unidades de Cuidados Intensivos, todos com Pediatria, todos com Cardiologia, todos com Urologia, todos com Ortopedia, todos com tudo e mais alguma coisa e especialmente quando a população abrangida está a baixar cerca de 20% com a saída do concelho de Ourém para o Hospital de Leiria. Precisava-se que houvesse bom senso e, pelo menos um autarca, o do Entroncamento, em 25 de Setembro deu sinais nesse sentido, numa entrevista ao jornal mediotejo, disse e passo a transcrever, “Por exemplo, o Centro Hospitalar do Médio Tejo é uma realidade que todos nós conhecemos e tem um conjunto de constrangimentos. Já tive a oportunidade de expressar, numa reunião com responsáveis da saúde, o que muitos de nós temos dito: do ponto de vista da economia, de uma sociedade mais adequada, que estas três unidades fossem encerradas, desactivadas. Não quer dizer que não pudessem ser transformadas, por exemplo, em Unidades de Cuidados Continuados, mas era mais económico e adequado desactivar estas três unidades e construir de raiz uma nova unidade, talvez na Atalaia, aqui nesta zona. Mais próxima da procura e das populações em zonas onde existem melhores níveis de transportes públicos e, dessa forma, tornar mais fácil a alocação de profissionais de saúde nestas unidades e o acesso das pessoas à saúde.”
    Se não fossem os bairrismos doentios, nunca tinham sido construídos estes três Hospitais mas sim um único, ali na zona da Atalaia, na confluência entre o antigo IP6 hoje A23 e o antigo IC3 hoje A13, onde todos ficávamos melhor servidos em todos os aspectos. Mas já que a opção foi a que conhecemos e vivemos, percebe-se ainda menos que a Unidade Médico Cirúrgica tivesse sido colocada em Abrantes quando em Torres Novas havia e há melhores instalações, melhor centralidade e melhores acessos. E se esta opção tivesse sido tomada, quem sabe se Ourém tinha tomado a decisão de ir para Leiria.
    Era bom que as pessoas sensatas se sentassem a uma mesa, com a intenção de construir alguma coisa de válido e funcional e aproveitassem a ideia do Presidente da Câmara do Entroncamento, quanto mais depressa melhor.

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