Tomar. Reunião de Câmara marcada por críticas à coligação PS-CDU

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Reunião do executivo camarário ficou marcada pelas críticas da oposição à coligação PS-CDU.

Após a crise política que abalou o executivo camarário de Tomar nas últimas semanas, realizou-se esta tarde mais uma reunião de Câmara, acesa em duras críticas à coligação PS-CDU, encabeçada por Anabela Freitas, presidente da autarquia tomarense (Partido Socialista – PS) e Bruno Graça, vereador da Coligação Democrática Unitária (CDU).

Assim se previa este início de reunião e assim aconteceu. Os partidos da oposição, nas pessoas de João Tenreiro, António Jorge (Partido Social Democrata- PSD) e Pedro Marques (Independentes por Tomar- IpT), criticaram a forma como a governação de Anabela Freitas tem sido feita relativamente ao atraso — ou não existência — dos variados despachos relativos à reestruturação do executivo camarário.

Houve também lugar para críticas centradas em Luís Ferreira, ex-chefe de gabinete de Anabela Freitas, cujo concurso de mobilidade, como forma de se candidatar a técnico de informática, foi cancelado. A presidente comunicou que, após reunião com o secretário de Estado das Autarquias Locais, os concursos internos levados a cabo pelo município foram cancelados.

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“Não foi só o concurso de técnico de informática que foi anulado, foram todos. Se me disser que um coveiro faz mais falta que um técnico de informática, é verdade que faz. No entanto, temos estado a trabalhar com um técnico de informática do SMAS. Aguardemos pelo Orçamento de Estado de 2016 e depois vemos de que forma poderemos agir”, concluiu a presidente em resposta a João Tenreiro (PSD).

Já em relação à reorganização do executivo, a autarca foi também criticada pela oposição: “A Sra. Presidente não informa o que vai despachando no âmbito das delegações de competências no executivo. Só pode estar a gozar connosco! Depois do desastre que foi a sua governação”, disse Pedro Marques, dos Independentes por Tomar. “Queremos as cópias de todos os despachos e delegações de competências”, reforçou.

Recorde-se que, na sequência da reestruturação do executivo levada a cabo pela autarca socialista, Rui Serrano, que perdeu o cargo de vice-presidente da CM Tomar, entregou todos os seus pelouros, obrigando a algumas alterações nas vereações dentro do executivo.

Mais tarde, o PSD apresentou também um requerimento à presidente de Câmara com vista a obter esclarecimentos sobre a anulação do concurso feito relativamente ao cargo de técnico de informática da CM e também aos processos de “designação, em regime de substituição, dos atuais dirigentes do Município de Tomar”, como constava no documento entregue.

Após o debate de vários temas da atualidade tomarense, foram votadas atas de Câmara anteriores e várias propostas da coligação.

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